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Disponibiliza o seu currículo para ser consultado por inúmeras empresas;
Consulta e responde aos anúncios de vagas de emprego publicadas no site;
Imprime e envia o seu currículo para onde quiser;
Consulta o manual do candidato para melhorar a sua performance nos processos seletivos;
Acessa o nosso Blog para ficar por dentro do que acontece no mercado de trabalho;
Tudo isso por 90 dias e por apenas R$ 25,00.
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O Cartão Emprego disponibiliza para as empresas cadastradas o uso de uma poderosa ferramenta para seleção de currículos. Esta ferramenta possibilita que a empresa interessada encontre com facilidade os currículos dos candidatos a emprego ou estágio que atendem com exatidão o perfil da vaga de emprego ou estágio a ser preenchida. Quando você for convidado para participar de um processo seletivo poderá ter certeza que a empresa que o convidou deseja alguém como você. Isso evita que você perca tempo participando de processos seletivos para vagas de emprego ou vagas de estágio que pouco tem haver com você.
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As empresas cadastradas, além de utilizarem a ferramenta de seleção de currículos, também podem anunciar suas vagas no site gratuitamente. Você pode consultar estas vagas anunciadas e candidatar-se para aquelas que você se acha capacitado. É muito simples, você clica no anúncio da vaga de emprego para abrir o inteiro teor do anúncio, sendo o que você deseja, basta clicar na seta para enviar a sua candidatura com o seu currículo anexado. Se a empresa achar que você está apto para o processo seletivo daquela vaga ela entrará em contato com você, marcando data, hora e local para você se apresentar.
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Em relação a outros sites de emprego, o Cartão Emprego é muito mais econômico e eficiente. Enquanto os outros sites de emprego cobram até R$100,00 por mês para ajudá-lo a encontrar o seu novo emprego, divulgando o seu currículo e apresentando-lhe anúncios de vagas de emprego, o Cartão Emprego custa somente R$9,20 e lhe dá direito a 30 dias de utilização dos seus serviços. Você ainda é beneficiado pelo pagamento pelo sistema pré-pago que evita que você assuma um compromisso de longo prazo com o seu cartão de crédito. Utilizando os serviços de divulgação do Cartão Emprego, você estará aumentando suas chances de encontrar o seu novo emprego em uma empresa que procura alguém como você.
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O Cartão Emprego inovou mais uma vez ao adotar a cobrança por meio de cartões pré-pagos, idênticos aos dos celulares. Este tipo de cobrança permite que você tenha o controle total de suas contas, você não fica com o seu cartão de crédito amarrado ao site e nem necessita ficar pedindo o cancelamento do seu contrato. É tudo muito simples. Você compra o cartão pré-pago no ponto de venda mais próximo pelo preço de R$9,20, raspa o PINCODE no verso do cartão e ativa a divulgação do seu currículo por 30 dias. No momento em que você ativa a divulgação do seu currículo, você também já pode responder as vagas de emprego publicadas pelas empresas contratantes. Para facilitá-lo ainda mais, opcionalmente, você pode comprar a divulgação do seu currículo no próprio site utilizando o pagseguro UOL, neste caso a divulgação é liberada tão logo o pagamento seja confirmado. A opção de compra pela Internet também permite que você participe de eventuais promoções do site. Caso ainda não exista pontos de venda em sua cidade ou você queira mais comodidade, você deve fazer a compra pela Internet, assim você não perde a oportunidade de usufruir todas as facilidades que o Cartão Emprego dá a seus candidatos e ainda aumenta suas chances de encontrar emprego ou estágio.
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Para aumentar ainda mais as suas chances de encontrar um novo emprego ou estágio, tivemos a preocupação de colocar à sua disposição uma série de ferramentas que podem facilitá-lo durante esta tarefa. Quando você se torna um candidato Cartão Emprego você pode utilizar o Manual do Candidato, pode baixar ebooks(livros eletrônicos), pode imprimir e enviar o seu currículo para quem você quiser, pode atualizar-se através do nosso BLOG. Aumente suas chances de encontrar emprego ou estágio utilizando o Cartão Emprego
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Os nossos profissionais de Recursos Humanos desenvolveram um currículo completo e de fácil entendimento. Este modelo possibilita que os profissionais encarregados de fazer a análise dos currículos nas empresas possam fazê-la com facilidade e clareza. Isto é muito importante, pois um currículo mal feito vai tirar suas chances de conseguir um emprego ou um estágio. Você pode imprimir o seu currículo, que fica à sua disposição para impressão, diretamente do site através do Adobe Reader.
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Os nossos profissionais criaram um currículo completo e de fácil entendimento. Este currículo possibilita que os responsáveis pela análise dos currículos possam fazê-la com facilidade e clareza. Isto é primordial, pois um currículo mal feito vai tirar suas chances de conseguir um bom emprego. Este currículo está à sua disposição e você pode enviá-lo por email, diretamente do site, para quem você quiser. Você ainda conta com o histórico detalhado dos emails enviados, assim você poderá saber a qualquer tempo para quem e quando você enviou o seu currículo, ajudando a você na tarefa de achar um bom emprego ou estágio.
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Muitas vezes o candidato a emprego ou estágio perde uma ótima oportunidade de emprego simplesmente porque não sabe como agir durante um processo seletivo. Sabedores deste fato, nossos profissionais de Recursos Humanos criaram um manual onde você poderá encontrar dicas importantes sobre o comportamento do candidato a emprego ou estágio durante o processo seletivo. No manual você encontra dicas referentes a como se vestir, que tipo de perguntas podem ser feitas a você, como você deve se portar durante o processo seletivo e muito mais. Tudo para melhorar suas chances de conseguir um novo emprego ou estágio.
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Quem esta procurando emprego também necessita de distração, até para poder dar uma relaxada, por isso, o Cartão Emprego teve a idéia de fornecer-lhes acesso a uma ótima relação de BIBLIOTECAS de ebooks (livros digitais) para dowmnload grátis. Lendo o candidato a emprego ou estágio poderá relaxar e ainda aprimorar seus conhecimentos. Conheça as BIBLIOTECAS!
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É imprescindível que o candidato a emprego esteja sempre atualizado, por isso, o Cartão Emprego criou um BLOG onde nossos candidatos podem ter acesso a informações importantes e relevantes para quem está procurando emprego ou estágio. Além de ter acesso ao Blog, você também poderá dar sua opinião a respeito das matérias publicadas sobre emprego e estágio. Conheça o nosso BLOG
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O Cartão Emprego não cobra absolutamente nada das empresas que anunciarem suas vagas no site, pois a nossa missão é criar o maior número possível de oportunidades de emprego para os nossos candidatos. Para ter acesso irrestrito ao site Cartão Emprego, basta fazer o cadastro de sua empresa agora, é simples e rápido!
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Uma questão importante é o salário, por isso, o Cartão Emprego disponibiliza uma poderosa ferramenta de consulta de salários. A metodologia utilizada nesta ferramenta não utiliza médias salariais e sim o percentual de incidência de candidatos em faixas salariais. Isto permite que, ao verificar o gráfico, o analista tenha inteira noção de como se distribuem os salários, podendo descartar as distorções
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Sem dúvida, para o empregador, esta é a mais importante ferramenta do site. Você não viu nada igual. Embora simples e fácil de usar, ela é extremamente poderosa. Seria difícil descrevê-la aqui, em poucas linhas, por isso, aconselhamos que você cadastre sua empresa e a utilize. Você ficará muito satisfeito
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A filosofia de trabalho do Cartão Emprego, associada ao seu preço extremamente acessível e a inovadora utilização do sistema de cartões pré-pagos, possibilita que candidatos de todos os níveis hierárquicos tenham acesso a um serviço de divulgação de extrema qualidade. Antes do Cartão Emprego, este tipo de serviço era privilegio dos poucos que podem pagar até R$100,00 por meio de seus cartões de crédito. Assim sendo o Cartão Emprego pode oferecer candidatos para processos seletivos de todos os níveis hierárquicos. Você não terá mais que utilizar vários meios de captação para encontrar os candidatos que está procurando.
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Para facilitar os profissionais de Recursos Humanos, o Cartão Emprego dispõem de uma poderosa ferramenta de divulgação de vagas. Com esta ferramenta, você vai controlar com facilidade cada anúncio de vaga publicado podendo cancelá-lo, prorrogá-lo e alterá-lo.Para cada vaga cadastrada o sistema informa a quantidade de currículos recebida, qual foi a última vez que a vaga recebeu um currículo, permite que você utilize e-mails diferentes para receber os currículos de cada anúncio e muito mais. Conheça o nosso modelo de currículo. Faça o cadastro de sua empresa agora e CONFIRA!
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Saiba porque o Cartão Emprego está entre os melhores sites de emprego e estágio do Brasil

Você já deve ter notado que os anúncios de vagas de emprego e estágios nos jornais vêm diminuindo a cada dia. Isso se deve as facilidades criadas pela Internet. Com ela, as empresas economizam tempo e ganham objetividade nos processos seletivos, acelerando o trâmite de contratação.
A grande diferença entre procurar emprego pela Internet utilizando sites de empregos e pelo método tradicional - Jornais, indicações, etc - é que fica mais barato, mais rápido e as chances do candidato encontrar o emprego que deseja são muito maiores. Por isso, hoje a Internet é a forma mais rápida e inteligente para procurar emprego ou estágio.
Este fato motivou a criação de centenas de sites de empregos e estágios, uns cobram do candidato e da empresa, outros somente da empresa e outros são totalmente gratuitos, porém, nenhum destes tipos de sites de emprego é plenamente satisfatório para os candidatos e para as empresas.

Vamos analisar cada tipo:

1- Os sites de emprego que cobram das empresas e dos candidatos: Estes sites de emprego são caros, dependendo do site, chegam cobrar até R$ 100,00 por mês dos candidatos e até R$ 200,00 por mês das empresas. Como funcionam: Em geral eles fornecem alguns dias grátis como promoção, apenas chamariz, pois, o candidato cadastra o currículo e quando esta no final do cadastro, pedem o número do cartão de crédito, fazendo com que, depois de ter todo o trabalho do cadastro, o candidato só consiga efetivá-lo se o número do cartão for informado. Outra questão, é que, se o candidato não avisar, insistentemente, que deseja cancelar o contrato antes de vencer os dias grátis a cobrança, inevitavelmente, será feita na próxima fatura do cartão.

2- Os sites de emprego que cobram somente das empresas: Estes sites de emprego, na verdade, não são totalmente gratuitos para os candidatos, pois, cobram por serviços adicionais, tais como, melhorias no currículo, colocação do currículo em destaque, etc. Eles também são caros, chegam cobrar dos candidatos até R$ 50,00 por cada serviço e das empresas valores mensais que variam com o número de funcionários, tamanho da empresa, número de consultas, etc, depende do site de emprego. Como funcionam: O candidato cadastra o currículo e depois é bombardeado por e-mails de propaganda dos serviços, como por exemplo, colocá-lo em destaque (aparecer na frente de outros candidatos). A grande desvantagem destes sites de emprego, assim como dos anteriores, é a cobrança das empresas. Isso diminui drasticamente o número de empresas disponivéis para contratar o candidato, reduzindo muito as chances do candidato conseguir o seu novo emprego.

3- Os sites de emprego totalmente gratuito: Alguns vivem das propagandas que exibem, porém, estes recursos, na maioria das vezes, são insuficientes para uma manutenção e um desenvolvimento eficaz de um site de emprego. O grande problema destes sites de emprego é que, como eles são gratuitos para os candidatos, os currículos ficam cadastrados eternamente e quando as empresas fazem a consulta a grande maioria dos currículos que conseguem captar são de pessoas que já não procuram emprego ou já estão totalmente desatualizados. Isso faz com que as empresas recorram pouco a estes sites de emprego. Elas perdem muito tempo.

O lançamento do site de emprego Cartão Emprego foi um marco neste mercado, pois, fornece aos candidatos uma nova opção de procurar o seu novo emprego. Somos uma opção bem mais barata, honesta e eficiente.

Porque o Cartão Emprego é a melhor opção?

O preço: Para que pudéssemos ter um preço acessível a todos criamos uma estrutura extremamente enxuta, porém, muito funcional e criativa. Isso, nos possibilitou minimizamos ao máximo os custos de administração e de marketing. Por isso, o Cartão Emprego cobra pelos seus serviços o menor valor do mercado, apenas R$ 9,20, valor este que, pelos benefícios que fornecemos aos nossos candidatos, pode ser considerado simbólico.

A cobrança: Você deve estar se perguntando - Por que cobrar do candidato, mesmo que um valor pequeno, e não cobrar nada da empresa? Esta cobrança ao candidato visa cobrir os custos do site de emprego e evitar, pelo o uso do cartão pré-pago para a cobrança, que as empresas acessem cadastros desatualizados ou de candidatos que não estão mais procurando emprego. Isso ocorre porque quando termina o prazo de um cartão e o candidato não coloca outro o sistema automaticamente suspende a divulgação do currículo dele evitando, assim, o problema que acorre com os sites de empregos gratuitos. A não cobrança das empresas é para que possamos cumprir o que diz o nosso slogan, Empregar você é a nossa missão!. Devemos oferecer aos nossos candidatos o maior número possível de oportunidades de emprego ou estágio para que ele consiga o seu novo emprego e, para isso, necessitamos do maior número possível de empresas cadastradas no nosso site de emprego. Caso as empresas tivessem que pagar seria muito menor o número de empresas cadastradas no site, o que, diminuiria muito as chances os nossos candidatos, uma vez que, a grande maioria das empresas no Brasil são de pequeno e médio portes e em geral possuem poucos funcionários, não sendo interessante para elas pagarem para usar o serviço uma vez ou outra.

O cartão pré-pago: O cartão pré-pago é o principal motivo de podermos ter uma estrutura enxuta, pois, utilizando o cartão pré-pago não temos a necessidade de ter uma grande estrutura administrativo/financeira. O pagamento por cartão pré-pago, tanto comprando nos pontos de venda como comprando os créditos pela Internet, também uma grande vantagem para o candidato: Ele não necessita ficar com o seu cartão de crédito preso, sendo cobrado todo mês até ele mandar parar. Nos sites de empregos pagos a primeira coisa que eles fazem, após o cadastro, é pedir o número do cartão de crédito do candidato. Com o cartão pré-pago do Cartão Emprego é diferente, pois, ele funciona igual aos dos celulares pré-pagos, quando está dentro da validade do cartão o candidato utiliza o site e o seu currículo é consultado por inúmeras empresas, quando acaba a validade o serviço é suspenso. Se o candidato quiser continuar com o serviço cabe a ele colocar outro cartão ou comprar os créditos pela Internet.

As ferramentas do site: Este é outro diferencial do Cartão Emprego em relação ao site de emprego tradicional. Muitas vezes o candidato fica sabendo de vagas que não estão no site e precisa mandar o seu currículo rapidamente para não perder a oportunidade. Para isso, ele pode utilizar a nossa ferramenta de envio e impressão de currículos. Com ela o candidato pode imprimir o currículo para entregar pessoalmente na empresa ou enviá-lo por e-mail. Outra ferramenta importante é a que permite que o candidato responda diretamente a anúncios de vagas das empresas. O currículo do candidato vai anexado automaticamente a resposta do candidato. Temos também o Manual do Candidato nele o candidato encontra dicas importantes de como se portar em um processo seletivo. O candidato também tem a sua disposição o Blog com as notícias mais importantes e relevantes sobre o mercado de trabalho e, ainda, ter a sua disposição uma ótima relação de BIBLIOTECAS de e-books (livros digitais)para download grátis. São várias ferramentas para facilitar a vida de quem esta procurando emprego.

O site: O Cartão Emprego possui o melhor sitema. O uso de tecnologias de última geração permitiu que ele fosse desenvolvido de forma a facilitar ao máximo a interação e a navegabilidade de seus usuários. Simples e objetivo permite que com no máximo três cliques o usuário alcance a parte do site desejada.

Nossas principais vantagens sobre os demais sites de empregos:

a- O preço R$ 9,20 contra R$ 100,00 dos sites de emprego pagos.

b- Não cobrar das empresas dando muito mais oportunidades aos nossos candidatos.

c- Não prender o cartão de crédito do candidato.

d- Somos um site de emprego muito mais moderno e eficiente que os demais.

e- Permitir que nossos candidatos possam imprimir e enviar seus currículos pelo site.

f- Fornecer aos nossos candidatos a possibilidade de utilizar as ferramentas do site para aumentar suas chances de encontrar um novo emprego.

g- Responder aos anúncios de vagas de forma simples e rápida.
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Seu currículo será consultado por empresas que procuram alguém como você. Responder aos anúncios de vagas das empresas, enviando seu currículo anexado. A maneira mais econômica e eficiente de você achar o seu  emprego. Não necessita ter cartão de crédito nem conta bancária. Aumentar suas chances de emprego utilizando as ferramentas do site Cartão Emprego. Imprimir o currículo formatado por profissionais de RH e levá-lo para onde quiser. Enviar o currículo formatado por profissionais de RH para quem quiser, por email. Utilizar o Manual do Candidato para melhorar sua performance nas entrevistas. Ter a disposição links para acesso a bibliotecas gratuitas de e-books. Acessar ao nosso Blog para atualizar-se sobre o mercado de trabalho.
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Notícias sobre emprego e estágio
18 de maio de 2009

Em abril, país teve criação de 106,2 mil vagas formais de trabalho


No ano, até agora, foram criadas 48,4 mil vagas.
Emprego na indústria de transformação também cresceu.

Por Jeferson Ribeiro Do G1, em Brasília

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, divulgou nesta segunda-feira (18) os dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), que mostram uma recuperação do mercado de trabalho. O saldo de empregos em abril ficou em 106,205 mil, bem superior ao saldo registrado em março, de 34,818 mil novas vagas formais criadas no país.

Pela primeira vez no ano, a diferença entre criações de vagas e demissões ficou positiva. O número de demissões de janeiro, 101,748 mil, foi vencido pelo saldo dos meses de fevereiro março e abril. Nos quatro primeiros meses do ano, foram criadas no país 48,4 mil vagas de empregos formais. O número é bem menor que os 797,5 mil postos de trabalho com carteira assinada fechados entre os meses de novembro de 2008 e janeiro deste ano, segundo dados do Caged divulgados em fevereiro.

“Nós somos o primeiro país do G-20 a ter saldo positivo de emprego. Isso porque eu não considero a China, que não tem um sistema confiável de medição”, analisou o ministro. Indústria de transformação teve resultado positivo pequeno de 183 novas vagas.

Setores

Os seis principais setores da atividade econômica registraram no mês de abril, pela primeira vez no ano, um resultado positivo de emprego. De acordo com os dados do Caged, o segmento de serviços foi o que teve o melhor resultado absoluto em abril e foram criados 59,279 mil novos postos de trabalho. No ano, o saldo do setor está em em mais de 168,5 mil vagas.

A construção civil voltou a apresentar resultado positivo de admissões em abril. Nesse segmento foram criados 13,338 mil novos postos de trabalho no mês passado. No ano, o saldo é de mais de 43,6 mil empregos formais.

Na agricultura, o resultado também foi positivo em abril e foram criadas 22,684 mil novas vagas. Essa geração de novos postos fez o nível de empregos formais ficar positivo no setor pela primeira vez no ano em mais de 18,7 mil vagas.

Na administração pública também houve mais admissões do que demissões. O saldo foi de 5,032 mil novos postos de trabalho formais. No ano, o saldo é de 28,8 mil vagas. A indústria de transformação registrou pela primeira vez crescimento no número de empregos. Em abril, houve criação de 183 novos postos de trabalho formal. Contudo, o desempenho do setor no ano tem déficit de 147,1 mil postos formais de trabalho.

No comércio, o mês de abril registrou saldo de 5,647 mil novas vagas. No ano, o segmento ainda apresenta redução do nível de emprego, de 65,1 mil postos de trabalho.

“Esse mês de abril consolida minha previsão de crescimento do emprego. Eu acredito que, no final do ano, serão gerados mais de um milhão de empregos no ano e crescimento do PIB entre 2% e 3%. Eu acredito que todos os setores da economia já estão dando uma resposta. E insisto, o Caged é o registro de todos os celetistas no Brasil, não é palpite, não é pesquisa e não é projeção”, avaliou Lupi.

Regiões

Das 27 unidades da federação, em nove ainda há déficit de empregos formais. Nos outros 18 estados, o resultado é positivo. São Paulo é o estado que teve o melhor saldo em abril, com a criação de 72,022 mil novas vagas.

Apenas a região Nordeste, segundo os números do Caged, ainda mostra uma redução do mercado de trabalho. Nos estados dessa região, foram fechadas mais de 24,6 mil vagas em abril. Segundo o Ministério do Trabalho, o déficit tem a ver com fatores sazonais relacionados à agroindústria.

No Norte, houve a criação de 652 vagas formais. O melhor resultado na região foi em Rondônia, onde foram criadas mais de 2,079 mil novas vagas. Lupi disse que o resultado positivo se deve principalmente ao início das obras na usina de Jirau, no rio Madeira.

O Sudeste puxou o crescimento do emprego formal no país e registrou a criação de mais de 99 mil novos postos. Todos os estados dessa região tiveram resultado positivo de emprego. Segundo os dados do Caged, São Paulo foi o que apresentou melhor resultado, onde foram criados mais de 72 mil novos empregos. Em Minas Gerais, foram abertas 15,602 mil novas vagas.

No Sul, o saldo foi de 11,708 mil admissões. O melhor resultado ocorreu no Paraná, onde o houve a criação de 7,937 mil novos empregos com carteira assinada. Todos os estados da região tiveram resultado positivo.

Na região Centro-Oeste, o resultado também foi positivo em 19,402 mil postos. O melhor desempenho do mercado de emprego foi em Goiás, onde foram abertas 14,662 mil novas vagas.

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12 de março de 2009

Emprego na indústria cai 1,3% em janeiro, na quarta queda mensal


Queda foi verificada na comparação com o mês de dezembro de 2008.
Desde setembro, emprego industrial acumula queda de 3,9%, diz IBGE.

Do G1, em São Paulo

O emprego na indústria nacional registrou queda de 1,3% em janeiro na comparação com o mês anterior, na quarta queda mensal consecutiva nessa base de comparação, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Frente a janeiro de 2008, a queda foi de 2,5%, a menor da série histórica do IBGE, iniciada em 2001. No acumulado em 12 meses, a alta de 1,6% foi a menor desde 2007. Desde setembro do ano passado, o emprego industrial acumula queda de 3,9%.

Em janeiro, o contingente de trabalhadores reduziu-se em 2,5% na comparação com o mesmo mês de 2008. As reduções do emprego em São Paulo (-2,1%), região Norte e Centro-Oeste (-4,5%), Paraná (-4,5%) e Santa Catarina (-3,5%) exerceram as pressões mais significativas no total do país.

Por setor, os principais impactos negativos na média global foram vestuário (-8,2%), calçados e artigos de couro (-10,3%) e madeira (-13,3%).

Horas pagas e folha de pagamento De acordo com o IBGE, o número de horas pagas pelas indústrias registrou queda pela quarta vez consecutiva, acumulando baixa de 5,3%. Houve queda tanto em relação ao mês anterior (-1,8%) quanto em relação ao mesmo mês do ano anterior (-3,6%).

No confronto com igual mês do ano anterior, o número de horas pagas recuou 3,6% em janeiro de 2009, menor taxa da série histórica iniciada em 2001.

A folha de pagamento real sofreu queda de 1,2% frente a dezembro de 2008 (com ajuste sazonal), mas avançou 1,2% sobre janeiro de 2008, sendo este o menor resultado desde dezembro de 2006 (0,5%).

Também em janeiro, o valor da folha de pagamento real da indústria, descontando os efeitos sazonais, recuou 1,2% em relação a dezembro passado, o quarto resultado negativo consecutivo, acumulando perda de 4,5%.

Em relação a janeiro de 2008, o valor total da folha de pagamento aumentou 1,2%, mas registrou o menor resultado desde dezembro de 2006 (0,5%).

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06 de março de 2009

Homens perdem mais empregos


por Paulo Moreira Leite

Em 8 de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, será preciso fazer um ajuste na lista de reivindicações. A idéia de que as mulheres sempre sofrem mais do que os homens já não vale para o mercado de trabalho. Um levantamento da Organização Internacional do Trabalho, ligada a ONU, mostra que se desemprego atinge níveis pavarosos e alcança todo mundo, os homens estão perdendo mais empregos do que as mulheres.

No mundo inteiro, diz a OIT, o desemprego masculino cresceu 1.1 pontos em 2008. Já o desemprego feminino aumentou 0.8 pontos. Em alguns países, essa diferença é brutal.

Se foram suprimidos 2,9 milhões de postos de trabalho nos Estados Unidos, no ano passado, 2,3 milhões eram ocupados por homens — e 600 000 por mulheres.

Na França, o desemprego entre os homens cresceu seis vezes mais que o desemprego entre mulheres.

A explicação da OIT é econômica: os homens ocupam a maioria das vagas em setores que foram mais atingidos pela crise, como mineração, industria, energia e construção. As mulheres tem a maioria dos postos na áreas de serviços, educação e saúde — que, até o momento, foram menos atingidos pela crise.

Na maioria dos países, a porcentagem de mulheres sem emprego é maior que a de homens. Mas essa diferença tende a diminuir, se a crise seguir no mesmo ritmo de hoje.

Essa notícia é uma surpresa ruim tanto para homens como para mulheres. A idéia de igualdade sempre veio acompanhada por uma visão de progresso — não de carência e regressão social. A igualdade de direitos e deveres entre os gêneros é uma meta do século XX, e é surpreendente que não seja uma realização completa.

Na maioria dos países, os homens ainda tem um salário superior ao das mulheres. Ao demitir os salários mais altos, a crise irá provocar um sofrimento maior na maioria das familias onde marido e mulher trabalham.

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27 de fevereiro de 2009 08:48

Cresce o nível de emprego em Rondônia


O Superintendente da Regional do Trabalho e Emprego de Rondônia, Ruy Motta, em entrevista à imprensa informou que segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED cresceu o nível de emprego no Estado de Rondônia.

Conforme os dados do CAGED, a síntese do comportamento do mercado de trabalho formal no Estado de Rondônia, em janeiro de 2009, foram gerados 1.060 empregos celetistas, equivalente à expansão de 0,63% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Vale observar, que este resultado foi o melhor da serie do CAGED e também, da Região Norte. Nos últimos 12 meses, verificou-se crescimento de 3,64% no nível de emprego ou +5.905 postos de trabalho em Rondônia.

O comportamento do emprego segundo setores de atividade econômica, o maior crescimento foi na área da construção civil, tendo 748 registros de empregos no mês de janeiro.

“O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED foi criado pelo Governo Federal, através da Lei nº 4.923/65, que instituiu o registro permanente de admissões e dispensa de empregados, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT. Este Cadastro Geral serve como base para a elaboração de estudos, pesquisas, projetos e programas ligados ao mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que subsidia a tomada de decisões para ações governamentais, e também, é utilizado, ainda, pelo Programa de Seguro-Desemprego, para conferir os dados referentes aos vínculos trabalhistas, além de outros programas sociais”, explicou Ruy Motta.

Fonte: Rondonoticias
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09 de fevereiro de 2009

Pequenas apertam os cintos para evitar demissões


O diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, economista Carlos Alberto dos Santos, alerta para certos cuidados que devem ser tomados nas análises dos números recentes sobre a evolução do nível de ocupação, levando-se em conta empresas formais de vários portes, informa a Agência Sebrae de Notícias.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, em dezembro de 2008 foram eliminados 655 mil postos de trabalho, um indicativo de que as empresas estão se ajustando às novas expectativas quanto à demanda interna e externa, em função da crise financeira global. Do total de demissões, 407,3 mil (62,2%) referem-se a médias e grandes empresas. Micro e pequenas representam 97% do universo de empresas brasileiras.

Um ponto importante a ser considerado é que a maioria dos pequenos negócios são unidades produtivas ou prestadoras de serviços com poucos empregados que não sejam da família do proprietario. Essa força de trabalho não pode ser vista apenas como custo variável, os primeiros a serem cortados, quando há uma retração da demanda.

“Nem sempre os pequenos negócios podem ser analisados pelos mesmo parâmetros das empresas de médio e grande porte”, afirma. Segundo o diretor, uma redução de custos em um pequeno negócio acontece, quase sempre, “apertando-se os cintos”, reduzindo as retiradas do proprietário. Outros pontos que devem ser considerados: as dispensas feitas por grandes empresas são massivas, quase sempre localizadas e, por isso mesmo, rendem manchetes na mídia. O que provocam a ideia de que se espalha de forma igual por todos os segmentos produtivos e portes de empresas.

Mesmo levando-se em conta o critério de número de empregados e não o de faturamento, para enquadramento de empresas como micro e pequenas, o que provoca grandes distorções na maioria das análises, o segmento das MPE está demitindo proporcionalmente menos, segundo análise feita pelo Sebrae, a partir de dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

1. O setor que mais sentiu a retração dos empregos foi a indústria de transformação, que dispensou 273,2 mil trabalhadores, dos quais 64% (175 mil) tiveram origem nas médias e grandes empresas e 36% nas micro e pequenas (98,2 mil).

2. As micro e pequenas empresas do setor do comércio, responsável por cerca de 23% do total de trabalhadores formais ocupados no Brasil, ao fim de dezembro de 2008 foram as únicas que apresentaram saldo positivo de trabalhadores no mês, responsáveis pelo saldo líquido de 7,5 mil postos de trabalho;

3. Já no setor dos serviços, as médias e grandes empresas apresentaram redução relativa de 0,9% no número de trabalhadores ocupados em dezembro, enquanto que nas micro e pequenas empresas a redução foi maior: 1,08%.

4. O setor agropecuário foi aquele no qual ocorreram as maiores reduções relativas de emprego no mês de dezembro e este comportamento afetou mais as médias e grandes empresas, que no mês registraram redução de 10,4% no efetivo de trabalhadores, enquanto que nas micro e pequenas a redução foi de 5,52%.

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03 de fevereiro de 2009 15:49

Emprego na indústria tem maior queda desde 2003


Redação SRZD | Economia

A indústria brasileira fechou o mês de dezembro com os piores resultados dos últimos seis anos. De acordo a pesquisa mensal do setor realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), o emprego na indústria caiu 2,2% em relação a novembro e as horas trabalhadas na produção caíram 13,9%.

Esses são os piores números da série histórica da CNI, iniciada em 2003. Apesar da queda nesses indicadores, o faturamento da indústria caiu menos (-4,3%) em relação ao mês anterior (-12,8%) na mesma comparação. Os dados não levam em consideração a sazonalidade do período.

Nos dados com ajuste, as horas trabalhadas também apresentam o pior resultado da série (-8%). O emprego teve a segunda maior queda (-0,5%). Já o faturamento voltou a crescer (1,4%), após a queda registrada no mês anterior (-11,1%).

Mais cedo, o IBGE divulgou os dados sobre a produção industrial, que teve em dezembro o pior resultado desde 1991.

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22 de janeiro de 2009

Desemprego em 2008 é o menor em seis anos


O nível de desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país fechou 2008 em 7,9%, depois de alcançar 9,3% em 2007. O resultado é o menor já registrado desde 2002, quando começou a série histórica. Em dezembro, a taxa de desemprego foi de 6,8%. Na comparação com novembro (7,6%), houve queda de 0,8 ponto percentual, e de 0,6 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior (7,4%). O resultado observado em dezembro também foi o menor para o mês, desde o início da série histórica, informa a Agência Brasil.

O número de pessoas desocupadas no mês, 1,6 milhão, recuou 11% em relação a novembro, e 6,3% na comparação com dezembro de 2007. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Emprego, divulgada nesta quinta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa mostra ainda que o rendimento médio dos trabalhadores, de R$ 1.284,90, aumentou 0,5% quando comparada ao mês de novembro e 3,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em dezembro, os setores que mais contrataram, na comparação com o mesmo mês de 2007, foram educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (7,3%); serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (7,3%); e construção (6,5%).

A Pesquisa Mensal de Emprego é feita em Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

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21 de janeiro de 2009

Nova lei e crise diminuem vagas de estágio


Do G1

A uma semana da lei do estágio (11.788/2008) completar quatro meses no país, o Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) e a Associação Brasileira de Estágios (Abres) divulgaram um novo balanço sobre a oferta de estágios. O número de vagas diminuiu 60% em dezembro em relação ao mês de setembro, quando a lei foi promulgada. A nova legislação foi implantada em 26 de setembro de 2008 e trouxe algumas mudanças significativas, como o tempo máximo de dois anos de contrato, a carga horária máxima de 6 horas, o recesso remunerado de 30 dias, além de concessão obrigatória de bolsa-auxílio e vale-transporte.

Além da lei do estágio, a queda é atribuída também à diminuição de vagas gerada pela crise econômica mundial. O presidente do Nube, Carlos Henrique Mencaci, afirma que o primeiro “apagão” aconteceu em outubro do ano passado com diminuição de 42% da oferta de vagas em relação a setembro. As vagas continuaram caindo nos meses posteriores, chegando a 60% de diminuição em dezembro - mês que normalmente já tem queda entre 10% e 30% devido ao término de contratos.

“Mas em 29 de dezembro foi um novo dia”, afirma Mencaci referindo-se à segunda-feira seguinte à publicação da cartilha esclarecendo dúvidas sobre a lei do estágio. “A cartilha explicou muitas questões e o medo [das empresas] em relação à lei terminou. Neste dia mandamos mais de 30 mil e-mails sobre vagas de estágio”, relembra o presidente do Nube.

Nos primeiros dias de 2009, entretanto, a oferta ainda era tímida: foram 18% a menos de vagas em relação a setembro, quando o esperado é um crescimento de 10% em relação ao mesmo mês devido à reposição natural dos estágios. Quando a comparação é feita com o ano passado a redução foi de cerca de 30%: 150 mil vagas devem ser ofertadas neste primeiro trimestre contra 220 mil abertas no começo de 2008.

A estudante Rosimeire Alves Barbosa, 25, que está no último ano da faculdade de marketing, foi afetada pelo corte de vagas. Moradora de Taubaté, ela largou um emprego fixo de nove anos e se mudou para São Paulo para começar a estagiar em uma empresa têxtil no dia 5 de janeiro. “Trabalhei o dia 5 e 6, e no dia 7 fui chamada e me avisaram que, em uma reunião na matriz, foi decidido que as filiais precisavam cortar custos por causa da crise, e eu fui demitida”, conta.

Como a filial era pequena, com cerca de cinco funcionários, apenas Rosimeire foi mandada embora. “Estagiário é mais barato, né?”, comenta. “Agora estou atirando para todo lado, correndo atrás e me cadastrando em sites”, afirma a estudante.

A assessoria de imprensa da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) afirmou que ainda não tem uma estimativa sobre a oferta de estágios pois os contratos só devem ser renovados entre março e maio. Também questionada, a Associação Comercial de São Paulo não retornou a ligação.

Os estagiários do ensino médio

Segundo a Abres, em setembro existiam 1,1 milhão de estagiários no Brasil. Esse número caiu no final do ano para 1,04 milhão e agora são 900 mil estagiários no país. A queda de 200 mil vagas afetou, principalmente, os estudantes do ensino médio. Antes da lei não havia limite para a contratação de estagiários. Agora, os alunos que estejam cursando o ensino médio não podem ultrapassar a proporção de 20% em empresas com mais de 25 empregados. A limitação não vale para estudantes do ensino superior e do nível médio profissional.

Apenas no primeiro mês após a implantação da lei, 40 mil estagiários do ensino médio foram demitidos em todo o país; no ensino superior, as demissões atingiram 20 mil. “Esta redução impactou principalmente a micro e a pequena empresa”, afirma Carlos Henrique Mencaci, presidente do Nube. Em empresas com até cinco empregados, é permitido apenas um estagiário; de seis a dez, dois. Para Mencaci, os estudantes de baixa renda foram os mais prejudicados já que a preocupação do governo era que, em empregos de baixa renda, o estudante ocupasse o lugar de um adulto.

Principais mudanças

“A principal mudança promovida pela lei foi a redução da carga horária, porque 80% dos estágios eram em tempo integral, de oito horas. Isso impacta na questão operacional das empresas”, afirma Carlos Henrique Mencaci, presidente do Nube. “A segunda mudança mais importante foram as férias, principalmente para os estudantes. Para as empresas isso significa um aumento de 8% nos custos, mas para os estudantes foi muito produtivo e pode até ajudar no rendimento escolar”, completa.

Apesar do cenário atual, o presidente do Nube acredita que, “a lei trouxe uma segurança jurídica para as empresas” e que, a longo prazo e com a economia restaurada, “a lei vai atuar de forma positiva no mercado”.

O estágio

Existem dois tipos de estágio: o obrigatório e o não-obrigatório. No obrigatório, o estágio é um pré-requisito para o aluno conseguir o diploma, já no não-obrigatório é uma atividade opcional do estudante. Entretanto, a partir da nova lei, o estágio não-obrigatório também deve constar no projeto pedagógico da escola ou universidade.

O estágio não é considerado uma relação de emprego, mas sim um “ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho”, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. Para fazer um estágio, o estudante precisa estar matriculado e frequentar regularmente o curso. Necessariamente precisa haver um termo de compromisso firmado entre o aluno, o empregador e a instituição de ensino.

Não existe um piso salarial para a categoria. Para os estágios obrigatórios, a remuneração é facultativa; para os não-obrigatórios, deve haver uma bolsa-auxílio ou outra forma de contraprestação. Segundo levantamento do Nube, feito com 15 mil estagiários em abril do ano passado, os estagiários de engenharia são os mais bem pagos, com salário médio de R$ 1.469,00. Com nível médio técnico, os estudantes de telecomunicações recebem R$ 514,00, em média. Com a diminuição da carga horária, o Nube estima que os estudantes sofram uma redução de 25% na remuneração.

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19 de janeiro de 2009 - 12h09

Lula discutirá medidas contra demissões em reunião com centrais sindicais.


Centrais sindicais devem pedir a ele iniciativas para garantir o emprego.

Presidente quer balanço para saber quais setores estão demitindo mais.

Do G1, com informações da Globo News

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne, no fim da tarde desta segunda-feira (19) com representantes de seis centrais sindicais para discutir medidas para conter demissões devido à crise financeira global.

Os sindicalistas estão preocupados com a onda de demissões e querem uma intervenção do governo para garantir os postos de trabalho.

Na semana passada, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, chegou a propor que o governo só concedesse novos financiamentos com recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT) e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para as empresas que garantissem o emprego de todos os funcionários.

A proposta foi duramente criticada pelos empresários e a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) reuniu os principais industriais do estado e afirmou que o melhor caminho para dar garantia de empregos é a redução da jornada de trabalho e dos salários dos funcionários, pelo menos durante o período mais agudo dos efeitos da crise internacional no Brasil.

Lupi

Lula também deverá ter um encontro com Lupi nesta segunda. O ministro do Trabalho e Emprego receberá em primeira mão os dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), relatório feito pelo governo com informações enviadas pela indústria e comércio de dezembro e do ano passado.

Na semana passada, Lula pediu ao ministro que preparasse um balanço específico para saber quais setores da economia mais estão demitindo.

Segundo o ministro, de posse dos números Lula deve decidir que medidas podem ser adotadas para impedir o desemprego em massa o país. O governo já está trabalhando há algumas semanas num conjunto de medidas para manter aquecido o setor da construção civil. Essas mudanças devem ser anunciadas ainda nesta semana pelo governo.

Entre janeiro a novembro a geração de empregos formais no país bateu um recorde e foram criadas mais de 2,1 milhões de vagas com carteira assinada, o que representou um aumento de aproximadamente 7,2% em relação total de postos de trabalho em dezembro de 2007. Contudo, o governo teme os efeitos da crise sobre o emprego e o ministro Lupi já disse que espera um número muito alto de desligamentos em dezembro.

Tradicionalmente, segundo ele, são fechadas cerca de 300 mil vagas no último mês do ano. Dessa vez, a expectativa no governo é que esse número seja quase o dobro.

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19 de janeiro de 2009

Brasil registra redução em geração de empregos formais em 2008


Da EFE

Brasília, 19 jan (EFE).- O Brasil registrou no ano passado 1,45 milhão de novos postos de trabalho formais, uma redução na geração de emprego de 10,2% a respeito de 2007, divulgou hoje o Registro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

O organismo estatal, em seu relatório anual, destacou as perdas de novos empregos formais em novembro e dezembro, que incidiram no balanço geral.

Entre janeiro e outubro, antes do agravamento da crise financeira global, tinham sido criados 2,1 milhões de postos formais de emprego.

Em novembro se perderam 40.000 novos postos de trabalho e esse número subiu drasticamente em dezembro para 652.000.

Em 2007, com um recorde histórico anual, foram criados 1,61 milhão de empregos no país e o registro de 2008 foi também inferior ao de 2004, quando foram abertos 1,52 milhão de novos postos de trabalho.

Ao comentar os resultados, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi afirmou que o Governo mantém para 2009 a meta de criar 1,5 milhão de empregos.

Lupi considerou que os meses de janeiro e fevereiro, tradicionalmente “fracos” na geração de emprego, vão ter novas vagas.

“O grande foco é a indústria de transformação”, afirmou o ministro, destacando a redução de impostos dada pelo Governo brasileiro para a compra de automóveis novos e usados.

O ministro disse que o Banco Central reduzirá ainda mais a taxa básica de juros Selic, para ajudar uma recuperação econômica e enfrentar a crise.

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19 de janeiro de 2009

Comércio fecha 15 mil vagas em dezembro


do G1

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta segunda-feira (19) pelo Ministério do Trabalho, revelam que houve o fechamento de 654 mil empregos com carteira assinada no mês de dezembro. “Já é um efeito forte da crise”, avaliou o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

Este é o pior resultado desde maio de 1999, quando tem início a série histórica disponbilizada pelo governo. Até o momento, o pior desempenho do emprego formal havia sido registrado em dezembro de 2004, quando houve o fechamento de 352 mil vagas formais de trabalho.

O Ministério do Trabalho lembra que os meses de dezembro tradicionalmente já apresentam fechamento de vagas. De acordo com os números da série histórica, porém, normalmente o resultado fica negativo entre 225 mil e cerca de 350 mil. Em 2008, porém, o cenário ficou pior por conta da crise financeira internacional, que está diminuindo o nível da atividade econômica.

Setores

Somente a indústria de transformação foi a responsável pelo fechamento de 273 mil vagas em dezembro, ou seja, foi o setor que mais demitiu no mês passado. “A indústria é o setor mais afetado pela crise, pelo alto estoque e pelas contratações realizadas ao longo de 2008”, explicou Lupi.

O setor de Serviços, porém, fechou 117 mil vagas em dezembro, a construção civil demitiu 82,4 mil pessoas, enquanto o Comércio fechou 15 mil vagas. Já a agropecuária demitiu 134 mil pessoas em dezembro. “Todos os setores fecharam vagas em dezembro”, notou o ministro Lupi.

Acumulado de 2008

Os dados do Caged mostram ainda que o resultado de dezembro prejudicou os números de todo o ano passado. No acumulado de janeiro a outubro, foram criados mais de 2,1 milhões de postos formais de emprego.

Com a queda de 40 mil vagas em novembro, e de outros 652 mil em dezembro, o número de empregos criados em todo o ano passado recuou para 1,45 milhão de vagas no ano de 2008 fechado.

Contra o ano de 2007, quando foram criadas 1,61 milhão de empregos com carteira assinada, ainda recorde histórico, houve uma queda de 10,2%. Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, também foi registrado recuo frente ao ano de 2004, quando foram abertas 1,52 milhão de vagas formais.

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Alagoas, 18 de janeiro de 2009

Alagoas projeta 20 mil novos empregos até 2010


Alagoas tenta superar a crise mundial, e na corrente contrária aos níveis de desemprego no país, entre o final de 2008 e o começo de 2009, investidores e governo projetam novos empreendimentos privados e públicos, e conseqüentemente novos postos de trabalho. De acordo com números apurados em secretarias de Estado, novos investidores hoteleiros e industriais e governo federal (PAC), Alagoas projeta até 2010 a criação de mais de 20 mil novos postos de trabalho.

Número que pode ficar ainda maior, se a Construção Civil manter os 12 mil empregos gerados em 2008, e a Agência do Trabalhador, da Secretaria de Trabalho, confirmar ou manter as 19 mil vagas garantidas no mercado de trabalho, como aconteceu em 2008.

No setor hoteleiro, por exemplo, serão 5.019 novas vagas até 2010, com a chegada de 30 novos hotéis, de acordo com o anunciado pelos próprios investidores à Secretaria de Estado do Turismo (Setur).

As oito obras de grande porte que estão sendo tocadas pelo Estado, com investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e contrapartida do governo, nas áreas de abastecimento de água, esgotamento sanitário, habitação e urbanização, já empregam, até esse mês de janeiro, 1.690 trabalhadores. Na capital, obras de esgotamento sanitário da orla, urbanização de favelas, recuperação do Distrito Industrial e construção de casas no conjunto Paulo Bandeira, somam mais 1.380 postos de trabalho.

O número de empregos em obras públicas deve aumentar este semestre com a aceleração do ritmo da finalização da barragem do Bálsamo e adutora Helenildo Ribeiro; o Canal do Sertão; o terminal rodoviário de Arapiraca, restauração de estradas e a duplicação da AL 101.

Novas empresas — A instalação de empreendimentos tem sido uma das grandes responsáveis pela abertura de novas vagas de emprego. Até o final de 2009, mais 2.832 pessoas vão estar empregadas graças à chegada de 22 novas empresas. Mas essa quantidade de postos de trabalho é referente apenas aos empregos diretos a serem gerados, sendo que a estimativa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística é a de que o número de empregos indiretos seja de 4 a 5 vezes maior em relação aos empregos diretos gerados.

O eletricista Josenildo da Silva Tavares, 32 anos, conseguiu uma oportunidade depois de passar cinco meses à margem do mercado. Trabalhando há três meses, ele conta que já tinha tentado um emprego em vários lugares, até que preencheu uma das 44 vagas ofertadas pela fábrica Mili.

Aos 25 anos, Deivison Quirino de Macedo havia deixado currículo em vários lugares e já tinha perdido a esperança de conseguir um emprego. Mas o que parecia distante se tornou realidade há cerca de 1 mês, quando ele foi chamado para trabalhar na fábrica Mili, considerada uma das maiores empresas brasileiras no segmento de higiene e limpeza e que entrou em funcionamento em Alagoas em meados de 2008.

Cinco anos depois de iniciar a busca pelo primeiro emprego, Deivison hoje se diz realizado. “Eu mandei currículo para vários lugares, mas a única coisa que conseguia era promessa. Depois de passar cinco anos em busca de uma oportunidade, finalmente consegui o meu primeiro emprego. Estou muito feliz”, destacou o jovem, que é casado, tem uma filha de 2 anos e atualmente trabalha como operador na Mili.

De acordo com projeções do Sindicato da Construção Civil, apesar da crise ter atingido o setor, o mercado vai continuar crescendo em virtude dos planos de compra de imóveis anunciados pelo governo federal.

“Isto significa que nossa rede de 120 construtoras vão continuar gerando em média 15 mil empregos diretos, com a perspectiva de novas contratações esse ano”, adianta o presidente do Sindicato da Construção Civil (Sinduscom), Marcos Buarque de Holanda.

Agência do Trabalhador - Mas não é somente os setores produtivos e de infra-estrutura pública a privada que estão criando novas oportunidades de emprego. Por meio da Agência do Trabalhador, muitas pessoas estão conseguindo a vaga tão desejada.

Dados da Secretaria de Estado do Trabalho, do Emprego e da Renda apontam que uma média de 19 mil pessoas deixa a lista dos desempregados anualmente em Alagoas, graças ao cadastro das 14 Centrais de Atendimento existentes no Estado. Nelas, as pessoas recebem qualificação e, ao surgir uma oportunidade de emprego, são encaminhadas para participar da seleção. Até 2010, a expectativa é a de que 72 mil pessoas sejam intermediadas e consigam emprego por meio da agência.

“O nosso lema é abrir a porta para as pessoas que querem entrar no mercado de trabalho”, destacou o secretário de Estado do Trabalho, Régis Cavalcante, lembrando que somente em 2008, 17.841 pessoas foram inseridas no mercado de trabalho em Alagoas.

Há um ano desempregado, Edner Sampaio, 36 anos, foi uma das pessoas que conseguiu uma oportunidade de emprego graças à chegada de uma indústria. Em seu segundo dia de trabalho, ele não escondia a felicidade de estar inserido no mercado de trabalho. “Entrei o ano novo com emprego novo. Antes fazia ‘bico’ e agora estou com a carteira assinada e trabalhando em uma grande fábrica que só tende a crescer. Está sendo maravilhoso para mim”, disse entusiasmado.

Ainda este ano, a Secretaria de Estado do Trabalho vai implantar a Central de Autônomos de Alagoas, onde as pessoas que estejam precisando de serviços, como de encanador, faxineiro e pintor, vão poder entrar em contato com a Central, que encaminhará o trabalhador já qualificado. “Esses trabalhadores terão um selo de qualidade dado pelo governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho”, falou Régis Cavalcante.

Por meio do Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL), que conta com o apoio da Secretaria de Estado do Planejamento e do Orçamento (Seplan), trabalhadores de diversas áreas têm conseguido ampliar a produtividade e, consequentemente, o número de postos de trabalhos. No total são 14 Arranjos Produtivos Locais em funcionamento em Alagoas que, juntos, somam mais de 9 mil empregos.

Por Divulgação

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São Paulo, 17 de janeiro de 2009

Emprego formal registra queda em novembro de 2008


BELÉM - Um balanço realizado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra saldo negativo de emprego formal no comparativo entre admitidos e desligados, com decréscimo de 0,35%. No mês foram feitas 21.411 admissões contra 23.310 desligamentos, gerando saldo negativo de 1.899 postos de trabalho em novembro de 2008.

Os setores que apresentaram saldo negativo foram: construção civil, com decréscimo de 2,11% e um saldo negativo de 1.064 postos de trabalho; indústria de transformação, com queda de 1,96% e saldo negativo de 1.933 postos de trabalho; serviços de indústria e utilidade pública, com redução de 0,99% e saldo negativo de 66 postos de trabalho; agropecuária, com decréscimo de 0,08% e saldo negativo de 37 postos de trabalho; seguido do setor de serviços, com queda de 0,06% e saldo negativo de 106 postos de trabalho; e administração pública, com redução de 0,05% e saldo negativo de 04 postos de trabalho.

Ao contrário da maioria das atividades, os setores extrativo mineral e comércio apresentaram crescimento, com alta de 0,24% e 0,90%, respectivamente.

Crescimento Mesmo com queda expressiva em novembro, os empregos com carteira assinada apresentaram saldo positivo nos primeiros 11 meses de 2008. Cerca de 20 mil postos de trabalho foram gerados, a maioria no setor comércio e serviços, apresentando um crescimento de 3,92%.

No período foram feitas 257.866 admissões contra 237.765 desligamentos. Este resultado, mesmo positivo, é bem inferior ao verificado no mesmo período do ano de 2007, quando foram feitas 227.125 admissões contra 195.155 desligamentos, gerando um saldo positivo de 31.970 postos de trabalho formais.

Fonte: Portal ORM

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São Paulo, 16 de janeiro de 2009

Força suspende negociações com indústria sobre empregos


A Força Sindical decidiu suspender por dez dias as negociações com a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) sobre um acordo para evitar demissões decorrentes da crise financeira global.

De acordo com o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, presidente da Força, o sindicato quer incluir a CUT (Central Única dos Trabalhadores), a maior do país, nas conversas, antes de fechar qualquer acordo.

O objetivo é que, juntas, as centrais pressionem o governo a soltar medidas para impulsionar a economia e evitar o desemprego. “Decidimos suspender as negociações e vamos jogar duro com o governo para haver medidas preventivas”, disse Paulinho.

Ele negou que a decisão seja um recuo, após empresários terem se negado a garantir a manutenção de empregos.

Proposta Para conter demissões, a Força apresentou uma proposta à Fiesp, que incluía a redução da jornada de trabalho em até 25%, associada à diminuição de 15% do salário.

Além disso, a proposta prevê a possibilidade de suspensão temporária do contrato por até cinco meses, com garantia de emprego de três meses na volta ao trabalho.

Agora, Paulinho diz que “não é reduzindo a jornada numa fábrica ou suspendendo o contrato na outra” que se evitará demissões. Pela declaração, ele adotou o discurso da Fiesp e espera que o governo baixe a Selic.

Volks corta 150 e fecha acordo de jornada flexível

A Volkswagen do Brasil vai dispensar 150 empregados temporários da fábrica de Taubaté entre os 800 com emprego por prazo determinado. Desse total, 450 serão efetivados e 200 terão o contrato renovado.

A montadora fechou acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté para flexibilização da jornada de trabalho na unidade. A proposta prevê que a empresa pode conceder até 25 dias de descanso extra em 2009. Os dias serão lançados em banco de horas para compensação.

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São Paulo, 16 de janeiro de 2009 - 22h37min

Emprego aproxima Brasil dos EUA


Viviane Monteiro , Jornal do Brasil

BRASÍLIA - A turbulência observada no mercado de trabalho nacional já é idêntica a dos Estados Unidos. O que muda é a intensidade das demissões que ocorrem nos dois países. A avaliação é do Técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Gonzalez, ao lembrar que, nos EUA, entre novembro e dezembro, as demissões comprometeram o emprego de 1,108 milhão de trabalhadores. No Brasil, comparou, esse número pode chegar a mais da metade – ao redor de 650 mil em igual período, caso o Ministério do Emprego e Trabalho confirme na segunda-feira as 600 mil demissões de dezembro, antecipadas na última quinta-feira pelo presidente Lula.

O especialista do Ipea prevê resultado negativo do emprego em janeiro e já vê uma reversão na tendência de queda da taxa de desemprego em 2009. A curva de desemprego no Brasil começou a declinar a partir de 2005.

– Há uma tendência de aumento do desemprego no país, mas não temos idéia de quão forte será esse aumento.

De acordo com o especialista, diante da turbulência, muitos contratos temporários de fim de ano não devem ser efetivados neste inicio de ano, o que deve gerar saldo de emprego negativo.

Caso se confirme a projeção do especialista do órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, esse seria o primeiro mês do ano negativo desde janeiro de 1999. Professor da Universidade de Brasília (UNB), Jorge Pinho confirma que a tendência é de alta da taxa de desemprego no Brasil este ano. O professor prevê que a taxa voltará aos patamares de 2002, e atingirá 10% – o que pode representar algo em torno de 2,3 milhões pessoas desempregadas nas regiões metropolitanas pesquisadas em 2009. A taxa hoje está em 7,6%, segundo o último dado da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, de novembro. Economistas acreditam que a taxa poderá atingir até 13% – até então o pico observado em abril de 2004.

Segundo Gonzalez, que demonstrou cautela nas análises, o mercado de trabalho brasileiro está interrompendo uma tendência de queda na taxa de desemprego.

– E essa interrupção de queda da taxa de desemprego é algo preocupante – avaliou, ainda que não arrisque em dizer que a crise chegou de vez ao Brasil.

O cenário é preocupante, segundo Gonzalez, porque a expectativa é de que a produção industrial “não cresça”, diante da redução do índice de confiança do consumidor na economia e redução do consumo. Dessa forma, as empresas começam a demitir e isso pode agravar ainda mais o efeito da crise no Brasil. Ainda assim, diz que só será possível saber o verdadeiro impacto da crise com o passar do tempo, quando novos dados forem revelados.

Os dirigentes do IPEA apresentarão nesta terça-feira o estudo Crise econômica internacional e possíveis repercussões: primeiras análises. Segundo o IPEA, serão analisadas “as manifestações e as reações governamentais à crise econômica internacional, bem como as possíveis repercussões no Brasil”.

A crise financeira mundial freou o mercado de trabalho no Brasil a partir de outubro de 2008, quando a criação de empregos desacelerou de 205,2 mil vagas em setembro para 61,4 mil em outubro. O cenário se agravou e, em novembro, as demissões superaram em 40,8 mil as contratações, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). As demissões sazonais de fim de ano em 2008 foram agravadas pelo impacto da crise. Em dezembro, a previsão é de que as demissões dobrem a média mensal histórica de 300 mil e chegue ao redor de 600 mil.

Governo vai precisar agir com mais rapidez

Para tentar reverter a tendência de forte queda do emprego este ano, o professor da UNB diz que o governo deverá tomar as medidas necessárias. Ou seja, o governo deve adotar o que classificou de “políticas formiguinhas”, ao investir pesado em setores geradores de emprego, como infra-estrutura e construção civil. A expectativa é que o presidente Lula anuncie novas medidas de socorro à economia brasileira esta semana.

Sem querer fazer estimativas sobre a evolução da taxa de desemprego este ano, Gonzales, do Ipea, disse que as demissões estão mais avançadas nos Estados Unidos, em relação ao Brasil, porque “lá a crise bateu primeiro”.

Impactos

Dessa forma, a turbulência impactou mais cedo o consumo e o mercado de trabalho americano. Já no Brasil, comparou Gonzalez, o efeito da crise não só foi sentido depois, como também entrou “por outros canais”: falta de crédito e baixa liquidez do sistema financeiro mundial. Até outubro de 2008, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, mantinha a previsão de fechar o ano passado com mais de 2 milhões de novas vagas formais. A expectativa não se sustentou e o ministro passou a reduzir as previsões para algo acima de 1,8 milhão. Para 2009, o ministro do Trabalho prevê 1,5 milhão de novas vagas no mercado de trabalho.

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São Paulo, 16 de janeiro de 2009 - 21h47min

Indústria de Santa Catarina reduziu número de empregos em dezembro


Nível medido pela Fiesc apresentou o pior resultado mensal desde 1997, segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira.

O nível de emprego na indústria catarinense medido pela Federação das Indústrias (Fiesc) apresentou em dezembro o pior resultado mensal desde 1997, segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira.

O número de trabalhadores nas 357 médias e grandes indústrias do Estado ouvidas pela entidade caiu no mês passado 1,34% em relação a novembro, em função das 3.047 demissões no grupo de empresas pesquisadas.

Apesar da redução no último mês, o ano de 2008 fechou com alta de 1,49% no nível de emprego, com 3.309 vagas criadas entre as empresas ouvidas pela Fiesc.

No mês de dezembro, os setores que mais demitiram foram os de máquinas e equipamentos (-1,92%), produtos têxteis (-1,66%), produtos de madeira (-2,58%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-1,56%) e confecções e artigos do vestuário (-1,71%).

Ainda assim, alguns desses segmentos terminaram o ano com bom saldo positivo na criação de postos de trabalho, com altas de 10,55% nas indústrias de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, 5,74% nas de produtos têxteis e 3,28% nas de máquinas e equipamentos.

Também se destacaram positivamente em 2008 os segmentos de alimentos e bebidas (crescimento de 2,67%), metalurgia básica (alta de 5,42%) e celulose, papel e produtos de papel (aumento de 3,85%).

(DIÁRIO CATARINENSE)

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São Paulo, 15 de janeiro de 2009

OCDE vê recessão longa e mais 8 milhões de desempregados


Cenário é pior do que o esperado pela entidade anteriormente.
Para a OCDE, crescimento do Brasil vai cair para 3% em 2009.

Do G1, em São Paulo

As economias dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) devem registrar retração de 0,4% em 2009, conforme relatório divulgado nesta terça-feira (25) em Paris (França).

O cenário é bem pior do que o esperado pela entidade anteriormente, quando previa alta de 1,7% do PIB das 30 nações que formam a organização. “Muitas economias da OCDE já entraram ou estão à beira de uma prolongada recessão de magnitude não vista desde o início da década de 1980”, diz a organização.

Conforme a entidade, a economia dos Estados Unidos terá queda de 0,9% no próximo ano, enquanto o Japão (-0,1%) e a zona do euro (-0,6%) também registrarão desempenhos negativos.

O resultado é que o número de desempregados na área pode se elevar em 8 milhões nos próximos dois anos, dos atuais 34 milhões para 42 milhões. A inflação não só deve ceder como alguns países enfrentam o risco, ainda que pequeno, de deflação.

Para OCDE, há espaço para mais cortes de juro pelo Banco Central Europeu (BCE) nos próximos meses, à medida que a inflação cai rapidamente e a economia tende a retrair no ano que vem.

“As projeções são de que as taxas de juros sejam reduzidas para 2% no ano que vem e permaneçam nesse patamar por um ano”, segundo a organização.

A inflação na zona do euro, que o BCE quer manter próximo de 2%, vai cair para 1,4% no ano que vem, frente a 3,4% neste ano e ainda vai desacelerar mais em 2010 para 1,3%, de acordo com a estimativa da OCDE.

“A esperada desaceleração das pressões inflacionárias nos próximos dois anos dão espaço para mais reduções nas taxas de juro nos próximos meses”, informou a OCDE.

Brasil

Para a OCDE, o crescimento econômico do Brasil vai cair para 3% no próximo ano, quase a metade do avanço de 5,3% a ser registrado em 2008. “A atividade deve perder ímpeto no primeiro semestre de 2009, devido ao atual aperto de crédito, mais vai recobrar a força perto do final do ano e em 2010”, afirma o documento.

A organização acredita que a performance fiscal do país tem sido sólida, com superávit primário ao redor de 4,4% do PIB em 12 meses até agosto. Dessa forma, as metas devem ser atingidas.

Mas os gastos com a folha de pagamento do governo estão subindo e o Orçamento de 2009 pode implicar na alta dos investimentos. “Reverter a tendência de crescimento dos gastos públicos está entre os principais desafios políticos do Brasil.”

A OCDE é formada por 30 países. São eles: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Coréia do Sul, Dinamarca, Espanha, EUA, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Eslováquia, Suécia, Suíça e Turquia.

(Com informações da Agência Estado e da Reuters)

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